Monday, January 26, 2009
here I stand
Wednesday, January 21, 2009
Tuesday, January 20, 2009
and around and around and around

R+T 04
Originally uploaded by Princesa Rebelde
p1. A e Z, uma história sem fim à vista.
p2. Percebo agora o grande problema das social networks online. eu que nem lhes ligo muito, fico enrolada naquilo, quero pôr mais fotos, ter mais friends, receber mais mensagens e isto tudo claro que leva o seu tempo. invisto o tempo que não tenho como quem joga para perder. deixa-me irritada a existência destes sites que são como pedras no caminho do meu dia de trabalho tão bem alisadinho e limpinho assim que acordo e mesmo ainda sem sair da cama.
Deve ser por isso que tanta gente detesta o Facebook. a verdade é que não detestam, aliás gostam e até muito. mas se gostassem sem uma dose de repulsa não faziam mais nada, especialmente os que trabalham por conta própria. impossivel!
p3. Destituída da posição de youtube queen por não comparecer aos ensaios, dediquei-me ao exibicionismo.
p4. O ano passado por esta altura escrevia cartas de amor, mensagens, SMSs e tudo mais a torto e a direito.
p5. Ás tantas e ás voltas, acabei de perceber que o inverno é afinal uma estação do ano muito romântica. nunca pensei nisto nestes modos. afinal o inverno não é assim tão mau, só é diferente do verão.
p6 e último p deste post. alguém que me explique a química dos opostos.
Friday, January 16, 2009
E eu, para mim disse, desta vez vai ser diferente. e foi. da primeira vez foi um deslumbre e eu disse, quero ser assim. Desta vez, que foi a segunda, quatro anos mais tarde, disse para ela, eu já sou mas quero ser mais e com mais gente. e um dia, não muito longe de agora vamos ser assim mas à nossa maneira. e eu quero que alguém seja apanhado a ver em observação atenta. quero um monte de voyeurs. tudo era maior que o espaço permitia e isso não sei se é bom. os strobbs não fazem bem ao cérebro e não havia avisos para epilépticos. eu tentei alucinarde olhos abertos e sóbria. sem resultados impressionantes na verdade. no fim, como de outras vezes, ficou um monte de pensamentos bons que mereceram anotações em cadernos e decisões em mails e isto é o melhor dos concertos.
Tuesday, January 13, 2009
In silence

My first garden in Falmouth when is absolutely silent.
The absolute absence of movement and sound of this place when it snows contrasts with the noise, sometimes only a murmur other times in screams, of the stories told from unknown people who also secretly shared this garden with me.
Some gardens are secret places that only apparently can be shared.
Monday, January 12, 2009
Piss Flowers
Em constante experimentação com a invisibilidade, depois de ter me disfarçado de mais um assento da platéia no Sábado e em dose dupla, resolvi este domingo aplicar um novo truque: disfarçar-me de branco, ou por outra, manter-me por baixo do branco. “não posso, estou presa na neve“ uma boa desculpa para toda e qualquer interrupção, mesmo que venha de alguém com muita imaginação.
Assim se passa o Domingo, a ser tela branca para que arte aconteça,
A juntar aos acontecimentos do fim de semana, este é mais uma revelação e um dos milagres dos últimos dias. esta noite resolvi escrever uma biografia.
Entre a montanha e a ilha, escolhi um lugar com muita gente
Existe um compromisso em certas pessoas de ser honesto consigo e desta forma, como sua consequência inevitável, é-se honesto com qualquer outro que se encontra em qualquer situação e em qualquer lugar. os que são capazes desta nudez (que é tão inibidora e desconcertante como a nudez física) estão confortáveis e sentem-se bem em qualquer lugar, num hotel de 6 estrelas e num quarto de ermita (no seu sentido real e não figurado) porque não pertencem a nenhum lugar ou grupo de pessoas. por não pertencerem também não têm conflitos com os demais grupos ou lugares. estes que são os capazes de nudez habitam uma saída de emergência que nunca foi usada de um prédio de máxima segurança e por isso nunca foram notados. a esta saída de emergencia é onde pertencem, um lugar que gradualmente transformaram no seu paraíso individual, invisível para a possibilidade do visível dos outros no mesmo prédio.
Há uma seriedade neste viver onde os demais não pertencem.
Há um piano dentro de um edifício que serve de representação para uma história antiga construída com a finalidade de maravilhar todos com habilidades humanas. houve um dia um homem de chapéu que lá dentro se sentou em frente ao piano como se estivesse em sua casa. tudo o que o rodeava: o público, o piano no seu contexto histórico e cultural, a casa e as suas maravilhosas demonstrações das habilidades humanas, tudo isto foram coisas invisíveis para este homem que se sentou em frente ao piano ás escuras. o homem seguiu os movimentos das suas mãos a tocar as teclas do piano, e maravilhou-se com o movimento da luz nas cordas do piano e dos seus movimentos resultava som. Podia ter sido uma viola, um saxofone mas calhou de ser um piano. o mais impressionante foi a sua seriedade. este homem trazia consigo uma atitude de inevitabilidade e a genuinidade quando subiu ao palco sériamente nú.
Wednesday, January 07, 2009
Monday, January 05, 2009

How to save collective energy with individual benefits:
a purposeful starting to development of social behavior.
- use stairs in spite of escalators and elevators nearby.
- take your own bag to supermarket to buy clothes, books and all other items people at the shop give away bags for and without any other purpose but superfluous publicity and good looks of the package.
- own collectively.
- exchange instead of buying.
- make and share, starting with music playlists.
Not many can make it
make art with flowers, plants and trees.
a paradox: achieve invisibility.
keep dancing and talking in a duet. start experimenting pirouettes.
keep the magician and have a magical life.

